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Sua PrópriaSolicite resultados identificados por SKU, programa, carga e condições do ensaio; separe energia da máquina e água para decidir com dados comparáveis.


Para avaliar consumo por ciclo da Maytag, peça um ensaio identificado para o SKU brasileiro ofertado, com programa, carga, condições de entrada, método, repetição e unidades. Solicite separadamente energia elétrica da lavagem e secagem e água consumida, sem converter a potência nominal do aquecedor em kWh por ciclo. A ficha brasileira consultada não publica consumo medido por ciclo. Se ainda não houver dado comparável, registre a lacuna e use a mesma metodologia em uma medição supervisionada, aprovada para a unidade e sem intervenção elétrica improvisada.

A SPL indica os fornecedores de máquinas. O orçamento e a contratação da compra são tratados com o fornecedor identificado na proposta.
A ficha comercial Sill identifica a Maytag MLE22PRTKW e anuncia algumas características de operação, mas não apresenta kWh por ciclo nem litros ou metros cúbicos de água por programa. Essa ausência não permite concluir que o consumo seja alto ou baixo. O guia dimensional global de 2024 informa, para a configuração internacional documentada, elemento de aquecimento de 4.600 W e alimentação indicada naquele documento; potência nominal descreve um componente, não a energia total gasta em um ciclo brasileiro.
Faça o pedido com essa distinção explícita. Se alguém enviar apenas potência ou uma estimativa comercial, pergunte se há ensaio por ciclo, qual instrumento foi usado e quais etapas foram incluídas. Sem essa informação, trate o número como não comparável. Não transfira dados de outra lavadora, de outro SKU, de outra tensão ou de uma máquina doméstica para preencher a ficha. A primeira entrega do processo é saber se existe medição apropriada, não atribuir um custo unitário sem base.
Fonte primária: Sill do Brasil — ficha técnica Maytag MLE22PRTKW.
Fonte primária: Whirlpool/Maytag — Dimension Guide MY240400/MY240401 (2024, configuração global).
Inclua modelo completo, código/SKU da proposta e da placa, número de série quando disponível, revisão do manual, tensão e frequência confirmadas na unidade, e a configuração de instalação. A pessoa que responde deve dizer se o resultado se refere ao modelo exato ou a uma família. Se for uma amostra de fábrica ou outro exemplar, solicite o vínculo entre a medição e a configuração ofertada. Guarde também a data e quem realizou o teste.
Não use o código de um documento internacional para confirmar por conta própria que a unidade brasileira é idêntica em alimentação, controles e componentes. Peça confirmação da Sill ou do fabricante para o mercado brasileiro. Uma diferença de SKU pode alterar condições do ensaio. Se o fornecedor não divulgar série de amostra ou procedimento, registre esse limite ao lado do número em vez de esconder a incerteza. Essa ficha deve permitir a outro comprador entender exatamente de qual máquina veio cada observação.
“Um ciclo” precisa de definição. Registre programa selecionado, etapas incluídas, opção de temperatura ou secagem, carga em unidade de massa e tipo de tecido, distribuição da carga e nível de sujidade, conforme o manual aplicável. Para a secadora, descreva a carga que entra após lavagem e o critério de fim. Se houver dosagem ou produto químico, diga se está incluído, pois ele pode mudar o protocolo e não deve ser confundido com consumo de água ou eletricidade da máquina.
Escolha condições que representem sua operação sem alegar que um teste de laboratório reproduz toda loja. Um resultado em carga parcial não deve ser apresentado como consumo de carga máxima. Se o controle automático altera duração, anote o tempo observado e como foi medido. Para comparar ciclos diferentes, preserve uma linha por programa e mantenha as variáveis constantes. A ficha técnica brasileira e o ensaio devem ser lidos juntos, não como substitutos um do outro.

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Ver Maytag MLE22PRTKW na Sill do Brasil ↗Peça leitura de energia em kWh por ciclo e água em litros ou m³ por ciclo, declarando o ponto de medição e o método. Informe se os valores agregam lavadora e secadora ou se cada etapa foi medida separadamente. Em lavanderia com a MLE22PRTKW conjugada, o relatório precisa esclarecer o que a leitura inclui, especialmente se cargas ou ciclos forem realizados em sequência. Não some consumo de água à energia nem compare unidades sem harmonizar as medidas.
Um protocolo útil também registra leituras inicial e final, condição de alimentação, instrumentos e precisão declarada, repetições e faixa de variação. Se a medição for feita na instalação da loja, não abra painéis nem conecte medidor de modo improvisado: peça que profissional competente defina instrumentos e procedimentos seguros. Mantenha a operação dentro do manual e das normas aplicáveis. A medição precisa proteger pessoas e equipamento; uma planilha não autoriza intervenção elétrica ou hidráulica.
Peça objetivo, responsável, data, local, modelo/SKU, programa, carga, condições ambientais ou de alimentação relevantes, instrumentos, sequência, número de repetições e regra usada para apresentar média ou faixa. Um valor isolado pode refletir condição específica. Se o resultado vier de simulação, cálculo de engenharia ou medidor de concessionária, identifique o método e a janela de observação; não o rotule como ensaio controlado de fábrica.
Peça também uma tabela de resultados brutos ou um resumo auditável. Quando o fornecedor não puder fornecer o protocolo completo, pergunte quais condições não foram registradas. Não invente tolerância nem trate repetição limitada como garantia de consumo futuro. O uso real muda com carga, programa, água de entrada, tarifa, limpeza e hábitos do operador. A utilidade da medição depende de permitir comparação justa, não de produzir um número com aparência precisa.
Para comparar duas propostas, alinhe a massa e o tipo de carga, o programa, etapas consideradas, unidade, condição de instalação e instrumento. Se só houver resultado anual ou mensal, solicite o número de ciclos que compõe a estimativa e as premissas usadas antes de dividir. Um cálculo de custo só é possível quando o consumo medido e a tarifa local correspondem ao mesmo período e categoria. A fórmula de energia é kWh por ciclo multiplicado pela tarifa em R$/kWh; ela não produz um valor se o consumo ou a tarifa não estiverem informados.
Para água, converta o volume apenas com a unidade expressa no relatório e aplique a tarifa pertinente da concessionária, considerando os componentes da conta quando o objetivo for custo. Não some taxa fixa como se fosse custo marginal de um ciclo. Registre a data da tarifa e a origem. Sem medição da unidade e tarifas locais, não é possível calcular um custo real por ciclo; use os dados da sua operação quando disponíveis.
Monte a comparação com colunas: configuração, SKU, programa, carga, água, energia, duração, método, repetição, data e lacuna. Marque “não informado” em vez de estimar a partir da potência do componente. Compare apenas linhas com condições equivalentes; se não forem equivalentes, mostre as diferenças e evite uma classificação simples. O resultado serve a uma decisão técnica ou financeira local, não garante consumo em todas as lojas.
Se uma oferta declara economia percentual, peça o cenário de referência, número de ciclos e método antes de reproduzir o percentual. A diferença pode vir do programa, volume de carga, temperatura de entrada ou aparelho de referência. Preserve o documento que sustenta cada afirmação. Quando a resposta não existir, solicite um ensaio ou uma visita de profissional habilitado para discutir instrumentação. Não use uma promessa de economia como substituto de uma medição rastreável.
“Para a configuração Maytag identificada pelo SKU completo da proposta para minha unidade, vocês têm ensaio de consumo por ciclo? Enviem energia em kWh e água em litros ou m³, separados para lavagem e secagem quando possível. Informem modelo e série da amostra, programa, carga, condições de entrada, etapas incluídas, instrumentos, método, repetições, data e responsável. Confirmem se o ensaio é do SKU brasileiro ou de configuração internacional e indiquem o documento correspondente. Se o dado não existir, indiquem essa lacuna e se é possível medir com protocolo seguro.”
O texto solicita evidência sem pressupor resultado. Acrescente a operação que pretende avaliar e pergunte se existe condição diferente que altere a leitura. Não inclua senha, dados de clientes ou documentação irrelevante. Guarde a resposta com a proposta e reveja o resultado se o fornecedor alterar o SKU. Um relatório incompleto ainda pode ajudar, desde que os limites permaneçam explícitos e os dados não sejam comparados como se fossem equivalentes.
Ao receber o relatório, confira se as unidades são consistentes: kWh por ciclo não é kW de potência, e litros por carga não são litros por dia sem que o número de ciclos esteja definido. Pergunte se a leitura inclui espera, pausa ou somente o intervalo ativo, e se houve interrupções. Mantenha a anotação original do instrumento; arredondar demais pode ocultar diferenças e criar falsa precisão. Se a medição vier de demonstração, identifique que foi uma demonstração e não um ensaio de produção.
Peça autorização para reutilizar o resultado em estudo interno ou proposta, sem atribuí-lo a outras unidades. A rastreabilidade evita que um número de uma máquina seja copiado por engano para toda a frota. Se houver documentação posterior mais específica, registre a nova revisão e a data, preservando a origem do dado anterior para comparação honesta.
Depois de receber a resposta, classifique cada item como medido, calculado, estimado ou não informado. Vincule a tabela à configuração concreta e registre a data. Se for necessário projetar custo mensal, use o volume de ciclos esperado pela própria operação e identifique como cenário, sem prometer que a loja realizará exatamente aquela quantidade. Revise a hipótese quando mudar programa, carga, tarifa, escala ou rotina.
Se o fornecedor não confirmar consumo medido, a decisão ainda pode avançar com custo de utilidades pendente e método para verificá-lo depois, desde que o responsável aceite esse limite. Para comparar custo total da lavanderia, inclua outros insumos e infraestrutura em análise própria; este guia trata do pedido de medição da máquina. Não conclua que uma configuração é mais econômica sem um conjunto de evidências comparável.
A ficha Sill consultada não apresenta esse resultado. Peça medição para o SKU e programa específicos.
Não. O valor do guia global se refere ao elemento de aquecimento; faltam tempo e perfil de acionamento do ciclo, entre outras condições.
O documento é global. A aplicação à unidade do Brasil precisa ser confirmada pelo código/SKU e pelo fornecedor.
Peça leituras separadas quando tecnicamente possível e declare com clareza o que cada leitura inclui.
Multiplique kWh medidos por ciclo pela tarifa aplicável em R$/kWh, citando data, fonte e premissas. Sem medição ou tarifa, não há valor calculável.
Análise documental com fontes indicadas abaixo. Não representa ensaio independente, vistoria de endereço ou cotação fechada. A SPL indica fornecedores e pode ter relação comercial com as ofertas indicadas.
